Com as suas pares, Jennifer Herrema construiu nos 90s o legado que St. Vincent tem vindo a construir sozinha nos 2000. O paralelismo parra afirmar que Electric Brick Wall e Digital Witness são dois dos melhores discos de rock de 2014. Annie Clark criou um obra futurista, conceptual sobre o mundo digital, Herrema arranjou forma de fazer a música soar a ZZ Top (riffalhada), Sleigh Bells (beats hip hop) e Queens of The Stone Age (riffalhada stoner) a tocar ao mesmo tempo. É tão caótico como parece.
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sábado, 29 de novembro de 2014
Black Bananas - Electric Brick Wall
Com as suas pares, Jennifer Herrema construiu nos 90s o legado que St. Vincent tem vindo a construir sozinha nos 2000. O paralelismo parra afirmar que Electric Brick Wall e Digital Witness são dois dos melhores discos de rock de 2014. Annie Clark criou um obra futurista, conceptual sobre o mundo digital, Herrema arranjou forma de fazer a música soar a ZZ Top (riffalhada), Sleigh Bells (beats hip hop) e Queens of The Stone Age (riffalhada stoner) a tocar ao mesmo tempo. É tão caótico como parece.
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
O Balanço 2014 que é o Vodafone Mexefest #6 - St. Vincent
No fundo, está tudo naquele vídeo em que St. Vincent faz corar muitos craques da bola com uma execução perfeita do "rainbow move" - "escolhe qualquer coisa, aprofunda-a, torna-te no melhor". Depois do "rainbow move", St. Vincent atirou-se à arte da guitarra que, tal como o futebol, não conhece muitas executantes no feminino. Esse estudo de St. Vincent levou-a a terrenos nunca antes pisados, conferindo a Annie Clark um som único e uma personalidade singular.
O terceiro e homónimo álbum de St. Vincent é várias coisas: é o mais pessoal, é o que melhor equilibra melodia com virtuosismo e é o mais equilibrado conjunto de canções que Clark já escreveu. Junta o melhor dos mundos dos três registos anteriores, os dois enquanto St. Vincent e aquele que gravou com Byrne - "Digital Witness" podia estar em Love This Giant. Ainda bem que não está, pois no meio de tanto sopro e aborrecimento cairia no esquecimento. Mas a prova que a artista já domina as linguagens pop vem com "I Prefer Your Love", em que se nota a influência dela mesma, a Rainha Madonna. Brilhante.
segunda-feira, 31 de março de 2014
St. Vincent - St. Vincent
No fundo, está tudo naquele vídeo em que St. Vincent faz corar muitos craques da bola com uma execução perfeita do "rainbow move" - "escolhe qualquer coisa, aprofunda-a, torna-te no melhor". Depois do "rainbow move", St. Vincent atirou-se à arte da guitarra que, tal como o futebol, não conhece muitas executantes no feminino. Esse estudo de St. Vincent levou-a a terrenos nunca antes pisados, conferindo a Annie Clark um som único e uma personalidade singular.
O terceiro e homónimo álbum de St. Vincent é várias coisas: é o mais pessoal, é o que melhor equilibra melodia com virtuosismo e é o mais equilibrado conjunto de canções que Clark já escreveu. Junta o melhor dos mundos dos três registos anteriores, os dois enquanto St. Vincent e aquele que gravou com Byrne - "Digital Witness" podia estar em Love This Giant. Ainda bem que não está, pois no meio de tanto sopro e aborrecimento cairia no esquecimento. Mas a prova que a artista já domina as linguagens pop vem com "I Prefer Your Love", em que se nota a influência dela mesma, a Rainha Madonna. Brilhante.
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